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Archive for the ‘Cervejarias’ Category

Barman da galera é na Cervejaria Nacional

Só na Cervejaria Nacional você poderá servir chope de graça para seus amigos e ganhar na faixa a noite inteira.

Neste feriado do dia 1° de maio a Cervejaria Nacional estará realizando a promoção “Barman da Galera”. Para participar é fácil: basta chegar na cervejaria no dia 1°, tirar uma foto do estabelecimento, postar no Facebook e marcar a Fan Page da cervejaria. O prazo para participação será das 17h às 20h.

O autor da melhor foto servirá chope de graça para os amigos – das 20h às 20:30h – e ainda ganhará a noite cerveja na faixa.

A Cervejaria Nacional fica na  Avenida Pedroso de Morais, 604- Pinheiros, São Paulo. Um ótimo ambiente, boa comida – destaque para Costelinha de Porco e barbecue – na singela opinião deste escriba – e boas cervejas – destaque para Pilsen e IPA – opinião deste escriba, de novo.

Para quem participar, boa sorte e aproveite com sabedoria esta noite.

Fonte: assessoria de imprensa da Cervejaria Nacional

Wäls campeã da “Libertadores da América Cervejeira”

Troféu de Cervejaria do Ano - South Beer Cup

Troféu MElhor Cervejaria do Ano e os Sócio - e irmãos - José Felipe Carneiro e Tiago Carneiro

 A Cervejaria Wäls, de Belo Horizonte, foi eleita a Melhor Cervejaria do Ano de 2012 da América do Sul no The Great South Beer Cup durante o 4º festival da cerveja, em Blumenau, Santa Catarina. A cervejaria faturou três medalhas de ouro nos Estilos Pílsen (Wäls Bohemia Pílsen), Imperial Stout (Wäls Petroleum) e Especial (Wäls Brut).

Conhecida como a “Libertadores da América” da cerveja, a competição The Great South Beer Cup contou com centenas de cervejas competindo entre si. Participaram da disputa, as mais conhecidas cervejarias do Brasil, Argentina, Chile e Uruguai.

De acordo com José Felipe Carneiro, um dos sócios da Wäls, esse reconhecimento só aumenta a responsabilidade da empresa no mercado cervejeiro. “Estamos muito felizes, pois é a primeira vez que participamos da competição e já fomos reconhecidos como a melhor cervejaria. É um orgulho, pois só nos motiva a trabalharmos com mais garra, seriedade e competitividade”, diz.

As cervejas foram avaliadas em teste “cego” com um júri formado por 23 experts no assunto, entre sommeliers, produtores e membros do Beer Judge Certification Program (BJCP) – Programa para Formação e Certificação de Juízes de Concursos Cervejeiros – do Brasil, Estados Unidos, Chile e Argentina.

Conheça um pouco mais das cervejas que levaram as medalhas de ouro no The South Beer Cup.

Bohemia Pílsen – Cerveja dourada e translúcida, de baixa fermentação, sabor maltado e lupulado incomparável. Fiel representante do estilo Checo Bohemian Pilsener, preparada com dose intensa do tradicional lúpulo Saaz. Creme branco e aveludado compõe sua formação de espuma. 5 % álcool. Amargor 42 IBU´s

Wäls Brut – Cerveja do estilo Biére Brut. Elaborada através do tradicional método  champenoise. Complexa e delicada é produzida com leveduras de champagne. Coloração dourada e translúcida, aromas que remetem ao vinho branco e notas cítricas. Perlage fino e duradouro. Sofisticada e sedutora, passa nove meses maturando em cave. Refermentada na garrafa com 11% de álcool. Amargor 36 IBU´s

Wäls Petroleum – Cerveja do estilo Russian Imperial Stout. Produzida com diversos tipos de grãos escuros, corpo aveludado, licoroso e denso. Aromas complexos de chocolate belga, café, toffee e caramelo. Amargor equilibrado. Espuma de baixa formação e longa durabilidade. Receita desenvolvida pela cervejaria DUM do Paraná. Amargor 70 IBU´s

A Cervejaria Wäls

A Cervejaria Wäls foi fundada em 1999 pelo empresário Miguel Carneiro, pai dos atuais sócios José Felipe e Tiago Carneiro. Inicialmente, a cervejaria produzia chopp convencional para atender a demanda de uma rede de fast food. Em 2000, Tiago Carneiro ingressou na sociedade e, em 2005, foi a vez de José Felipe se juntar à empresa.

Foi a partir de 2008 que os empresários resolveram mudar o foco e passaram a produzir cervejas especiais. Atualmente, produzem oito tipos de cervejas (X Wäls, Bohemia Pílsen, Dubbel, Trippel, Quadruppel, Wäls Brut, Wäls Petroleum, Wäls Witte) e outras sazonais que são produzidas de acordo com a demanda da época.

A Cervejaria Wäls se destaca pela produção de cervejas artesanais, diferenciando-se das produções em larga escala. É especializada em produção de cervejas de origens Belgas e Checas, sendo a única do Brasil com conceito belga de produção. A filosofia da empresa é produzir cervejas com especiarias aromáticas, aromas mais frutados, paladar mais picante, rebuscado, texturas e cores diferenciadas. “O que produzimos é obra de arte”, costuma dizer José Felipe Carneiro.

Hoje a cervejaria produz em média 25 mil garrafas de cervejas especiais por mês. Em 2011, a fábrica produziu de 1 mil garrafas  de cervejas feitas pelo tradicional método champenoise. A expectativa é elevar a produção para 5 mil garrafas pelo tradicional método champenoise, até o final de 2012.

A maior parte da produção da cervejaria é distribuída nas regiões Sul e Sudeste, além do Distrito Federal. Os produtos podem ser encontrados em supermercados Premium e bares especializados.

 Fonte: Able Comunicações

Foto: Acervo Wäls Cervejas Especiais

Inscrições abertas para o “South Beer Cup 2012”

South Beer Cup está com inscrições abertas O evento acontece pela primeira vez no Brasil durante o Festival Brasileiro da Cerveja. De 21 a 24 de março, Blumenau (SC) recebe pela primeira vez a South Beer Cup, competição que reúne as melhores cervejas da América do Sul julgadas por alguns dos melhores juízes da bebida no mundo. O evento acontece em paralelo à quarta edição do Festival Brasileiro da Cerveja.

Norbeto Mette, presidente da comissão organizadora do Festival Brasileiro da Cerveja, diz que é o reconhecimento e internacionalização do evento. “Com a South Beer Cup, firmamos a ideia de Blumenau como capital nacional da cerveja e o nosso Festival como um dos mais renomados eventos do segmento no país”, afirma.

A South Beer Cup analisará 23 estilos de cervejas. A previsão é de mais de 400 rótulos inscritos. O valor da inscrição é de R$ 145,00 para um estilo e mais R$ 70,00 por estilo adicional. As amostras podem ser enviadas para o Empório Vila Germânica. Mais informações e inscrições estão disponíveis no site www.southbeercup.com.

Festival Brasileiro da Cerveja A quarta edição do Festival Brasileiro da Cerveja acontece entre 21 a 24 de março, no Parque Vila Germânica em Blumenau (SC). Serão mais de 80 estandes entre cervejeiros artesanais e caseiros, além de uma praça de alimentação com seis restaurantes. Acontecem paralelos ao evento a primeira edição competitiva do BeerFilm Festival e a South Beer Cup.

Fonte: Assessoria de Imprensa Empório Vila Germânica 

Vivre pour Vivre: a #AlmaBrasileira

Como muitos já devem ter lido e acompanhado, eu e a namorada passamos uma semana na “Meca Brasileira da cerveja” – aka Minas Gerais. Além de visitas aos melhores pontos cervejeiros, como a Wäls Cervejas Especiais, falecido Frei Tuck e Rima dos Sabores – em breve harmonização dirigida com pratos meus e do chef da casa, Juliano -, tivemos o privilégio de conhecer a Cervejaria Falke Bier.

Com uma degustação/harmonização direcionada por Marco Falcone, pudemos experimentar as mais belas combinações de suas cervejas com queijos, como, por exemplo: Falke Pilsen com queijo Minas – o verdadeiro, não aquele soro que compramos no mercado -; Estrada Real IPA com queijo Estepe – excelente -; Falke Ouro Preto com Gorgonzola – uma das sensações mais extraordinárias que já tive -; e Monasterium com queijo Brie e Damascos – sensacional. Além destas, tivemos o prazer de experimentar as novas Diamantina – Bohemia Pilsner -, Villa Rica – Dry Stout – e Estrada Real Weiss.

Após toda essa degustação, ainda tivemos o prazer de degustar a aclamada Vivre pour Vivre. Provamos o primeiro Lote, que saiu antes do lançamento na Brasil Brau – maior feira de tecnologia cervejeira do país.

A Vivre é uma cerveja que nasceu do erro de uma das mais especiais cervejas brasileira: a Falke Monasterium. A partir de um feedback de clientes, constataram que a cerveja havia sido contaminada por bactérias lácteas, deixando-a com acidez elevada. Ao constatar tal problema, foi retirada do mercado e ficou maturando por mais três anos. Em seguida, feitos testes de segunda fermentação com diversas frutas, mas buscando algo diferente de tudo que temos em  fruit beer’s. Ao final, a fruta escolhida foi a brasileiríssima jaboticaba. Com a adição dessa fruta, foi criada uma Sour Ale/Fruit Beer – cervejas de caráter ácido e forte característica de fermentação no sabor e aroma – com 4,5% ABV.

A Vivre pour Vivre – leva este nome em homenagem ao filme de Claude Lelouch – é uma das cervejas mais facinantes que pude experimentar até agora. Com características da cerveja base – tripel – e a junção da fruta criou algo jamais sentido em nosso paladar, até mesmo para os mais treinados. Isso acontece em razão de algumas pessoas não terem a memória gustativa da jaboticaba ou, principalmente, da própria Monasterium. Uma cerveja muito refrescante, com um ótimo e constante perlage. No aroma pode-se sentir notas de laranja, coentro, leve lúpulo, acidez, jaboticaba (claro), mel e fermento. No paladar, as notas encontradas no aroma se intensificam, aliadas a um corpo médio e carbonatação alta. Simplesmente uma cerveja espetacular e uma das melhores que temos hoje no mercado brasileiro. Essa cerveja foi harmonizada com a música tema do filme e a companhia de amigos.

Mas nem tudo são rosas. Ao ser lançada em julho, na Brasil Brau, a cerveja assustou – para alguns, não para mim que fui saber o porquê do preço – com, nada mais nada menos, que R$200,00. Como sempre tiveram reclamações de que era muito para uma cerveja brasileira – vamos parar com o preconceito de que o que é nacional deve ser barato – e outros tantos #mimimi’s.

A quem interesse, irei explicar aqui, parcialmente, o porquê de esta cerveja estar a esse preço:

Por estarem trabalhando com bactérias lácteas – bactérias que estão no ar e se espalham com facilidade no ambiente – e, portanto, não são bem vindas em qualquer outra cerveja, a fabrica foi fechada por cerca 15 dias – nenhuma cerveja é produzida durante isso – para engarrafar e fazer assepsia de todo lo local, garantindo que não haveriam contaminações posteriores. Antes mesmo de se adicionar a fruta, a cerveja tem como base uma cerveja de alto custo e que ficou parada na cervejaria por TRÊS anos em ambiente climatizado. Ou seja, tem-se um produto engessado e que não trará lucro nenhum para a cervejaria por longo período. Além disso, 60% de toda produção da Vivre foi descartada, isso tudo por ter a existência de taninos na fruta e não serem bem vindos em uma cerveja.

Além de todos esses percalços, a cerveja tem somente 6 meses de validade. Isso decorre da estabilidade da cerveja, que traz turvidez e mudança de cor com o passar do tempo. Ao estabelecer uma data de validade tão curta, para uma cerveja tão complexa e especial, os desavisados poderão achar que esta cerveja esta estragada e acabar por ficarem paradas nas gôndolas das casas especializadas.

Não saberemos se esta cerveja irá ser produzida novamente. Mas se for, serão quatro longuíssimos anos que deveremos esperar. Para quem ficou curioso e tem muita vontade de experimentar, a Mamãe Bebidas ainda tem algumas poucas garrafas. Mas, antes de comprar, pergunte-se: “valerá muito comprar essa cerveja?” Eu digo que sim. Se sua resposta for não, junte-se com quatro amigos e divida uma das 7 maravilhas cervejeiras que temos no Mundo. Uma boa cerveja sempre deve ser divida com um amigo ou alguém especial.

Fotos de Michele M. Xavier

Cervejaria Leuven

No mês de junho, em uma visita gastronômica e cervejeira à São Paulo, recebi da cervejaria Leuven – nome em homenagem à cidade de Leuven, na Bélgica – um Kit promocional contendo trêz de suas cervejas – Golden Ale, Red Ale e Dubbel – e um cálice com a logo da cervejaria.

A Cervejaria Leuven surgiu em 2010, em Piracicaba, mas a paixão de Alexandre Godoy – seu fundador – pela bebida alcoólica vem de berço. Seu bisavô produzia artesanalmente bebidas alcoólicas, principalmente
as destiladas. A paixão pelos fermentados, contudo, fez com que Alexandre buscasse mais conhecimento sobre o assunto e começasse a produzir sua própria cerveja.

Formado em Engenharia Agrônoma, estendeu seu conhecimento sobre cervejas na Escócia e assim pôde tonar seu hobby e experiências caseiras em profissão.

Segundo Alexandre, suas cervejas tem identidade própria e um estilo Leuven de ser – já que são autênticas e não seguem muito um padrão de característricas em guia de estilos, o que, para alguns, podem serconsiderado um “ultrage”.

Hoje a cervejaria comercializa as três cervejas que compunham o Kit. A considerada de combate é a Golden Ale: cerveja de cor dourado intenso,com aromas de malte, nunaces de mel, adocicado, frutado lembrando pêra, leve lúpúlo herbáceo. No paladar ela é cerveja super balanceada, com característiocas adocicadas de malte, frutado lembrando pêra e maçã, lúpulo herbaceo, amargor de médio à baixo e final seco, fazendo
o degustador querer mais um gole da cerveja, conjunto que torna a cerveja com um ótimo drinkability. Uma excelente cerveja e que agrada desde os iniciantes aos especilistas de plantão.

Uma cerveja com padrão para quem já esta se arriscando em cervejas mais complexas é a Red Ale. De cor âmbar, tem aromas doces de malte,caramelo, toffe, leve acidez e leve frutado. No paladar, uma cerveja de corpo médio, com notas de toffe, caramelo, levissmo frutado lembrando lichias, amargor de lúpulo, doce destacado e acidez de média a baixa. Em um primeiro momento achei estranha a acidez, por não ter sido destacada em nenhuma outra análise sensorial, mas, segundo Alexandre, a Red Ale tem uma leve acidez característica. Para garantir seu controle, todas suas cervejas passampor testes laboratorias antes de serem vendidas.

Já para os exigentes, a cervejaria Leuven oferece sua Dubbel, em garrafa de 750 ml arrolhada. No momento da degustação tive – pra variar – um belo duelo com a rolha, que estava com defeito. Contudo, tal fato já foi resolvido.
De cor âmbar, turva, traz no aroma malte, picante, cítrico, frutado lembrando pêra, laranja e leve fermento. No paladar, uma explosão de sabores trazendo malte, doce na medida, picante, leve condimento –
coentro, pimenta -, cítrico, pêra, laranja, álcool muito bem inserido, retrogosto levemente doce e seco. A meu ver, esta se encaixa mais em uma Tripel – e uma das melhores que já provei – e não para uma Dubbel , pela falta das características do maltes torrados e de frutas pretas. Mas como Alexandre mesmo disse, suas cervejassão estilo Leuven e com identidade própria. Suas cervejas estão muito
bem inseridas na sua proposta.
Leuven esta de parabéns e esperamos que suas próximas “crias” sejam tão igualmente boas ou melhores que as já existentes no mercado.