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Archive for junho \30\UTC 2011

Alma brasileira

Ao acordar hoje, vejo o alvoroço sobre a reportagem do caderno PALADAR, do jornal ESTADÃO, intutulada como “A busca do DNA prório”. Texto muito interessante sobre as cervejas brasileiras e, principalmente, a busca de uma identidade da cultura cervejeira no país.
Mas alguns argumentos, dizendo que não temos uma identidade cervejeira, deixaram-me intrigado, principalmente por ser gastrônomo e observar o quanto o país lutou para ter reconhecida sua cultura gastronômica, especialmente no que tange à utilização de nossa vasta flora e fauna.

O Brasil é um dos países com a maior diversidade na fauna e flora, principalmente na Amazônia, que, com mais de 2 milhões de Km2, estende-se até a Bolívia. Nossos ancestrais criaram técnicas de cultivo e cocção que nenhum outro país viu igual.

Há cerca de 8 anos, o chef Alex Atalla – hoje 7° melhor chef do Mundo -, quando em retorno ao Brasil, percebeu que a cultura tipicamente brasileira na gastronomia foi esquecida. Aliou, então, a vasta gama de produtos existentes no país com as técnicas francesas – sem esquecer das daquelas tipicamente brasileiras – e com isso criou o chamado “DNA da cultura gastronômica brasileira”.

Muitos poderão se perguntar: “mas ele só pegou ingredientes brasileiros e colocou em técnicas já existentes, como pode dizer que criou um DNA brasileiro?”. Simples, ele novamente trouxe os produtos brasileiros à tona, mostrando o país com diversidade cultural gastronômica que pode ser. Usou métodos criados por nós, como o barreado e o biaribu – método de cozimento em brasa, com o alimento enrolado por folhas de árvores -, mostrando que muitas das técnicas usadas são tipicamente brasileiras.

Tendo em conta esse histórico gastronômico sobre o Atalla, percebo que a cerveja está – e assim deve – tomando o mesmo rumo. Na reportagem do caderno PALADAR, o cervejeiro Bazzo, da Bamberg, diz que não há ninguém criando nada novo no país, apenas cópias, por isso a completa ausência de uma genética brasileira.

Então me pergunto: o país precisa ser extremamente inovador para ter uma genética? Se somos guiados por tabelas de estilos e, fora disso, a cerveja é desconsiderada, como falar em inovação?

Meses atrás, uma falculdade mineira pegou leveduras de cachaça, estudaram-na e viram que poderia fermentar cerveja. Mudaram alguns genes, colocaram-na para se adaptar com a fermentação da cerveja e a utilizaram em uma cerveja do tipo Weiss – cerveja de trigo. Ao fermentar, obtiveram uma cerveja totalmente diferente das Weiss comuns, com aromas de maçã verde, um pouco mais alcoólica que o normal e com toques de outras especiarias além do cravo.

No momento que mostraram isso aos cervejeiros, ataques e mais ataques foram lançados, dizendo que não era uma weiss, que maçã verde é um defeito na cerveja, que as especiarias não eram bem vindas no estilo. Pois bem, como querem que exista uma identidade brasileira, se os próprios cervejeiros daqui só se guiam por características e estilos já existentes? Por que essa não poderia ser uma Brasil Weiss?

A reportagem também trouxe a afirmação que uma das poucas novas escolas hoje existente se encontra na Itália, com material realmente novo. Mas, como pode ser considerado novo aquilo que há milhões de anos os cervejeiros já utilizavam, como cascas de árvores, especiarias e frutas? O que há de realmente novo nisso? Aparentemente, nada. Mas souberam fazê-lo com criatividade e com o melhor modo de usar tais elementos.

Outros ainda disseram que o que temos que nos preocupar, em primeiro lugar, é em fazer cerveja de qualidade antes de querer inovar. Até concordo, mas nos países que já se tem uma identidade cervejeira, pode se dizer que só há cerveja de qualidade e extremamente boa? Até onde saiba, existem muitas cervejas intragáveis por aí, que só se tornaram boas com a publicidade e marketing.

Temos hoje cervejeiros excelentes que usam métodos antigos de se fazer cerveja, com ingredientes nossos e criando, sim, a identidade brasileira. Afinal, porque colocando uma fruta nativa, ou até mesmo raízes e especiarias nossas, não poderia ser o início da identidade brasileira da cerveja? Quem limitou que a criação de uma nova identidade – ou criação de uma identidade, já que o país parece nunca ter tido uma nitidamente marcada -, precisa ser algo nunca antes utilizado? Não seria possível inovar ao adaptá-lo ou reinseri-lo?

Reitero: o Brasil esta criando, sim, uma identidade cervejeira. Podemos observar pelo Concurso da ACerva Mineira, por exemplo, quando incentivaram a criação da escola mineira. O ganhador daquele concurso foi Humberto Ribeiro, – cervejaria Jambreiro – que criou uma cerveja com doce de leite e especiarias do cerrado. Quer algo mais brasileiro e mineiro que isso?

Outros exemplos:

Imagem retirada site brejas

Marcos Falcone, da microcervejaria Falke Bier, ao ter uma leva de uma de suas cervejas contaminada com bactéria láctea, resolveu inserir jabuticaba em seus produtos e assim criou a ‘Vivre pour Vivre’, uma fruit bier muito parecida com as Lambics. E quem ousa dizer que isso não está certo ou não é brasileiro?

Cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto, ousou colocando a ‘alma’ brasileira em suas cervejas, apresentando ao mundo o que é possível fazer com a rapadura e nosso café de qualidade. Além disso, mostrou que também podemos ter a nossa cerveja ao se inserir na bebida fermentada a mandioca. E isso não é brasileiro?

Dado bier, a primeira microcervejaria do Brasil, ao colocar a erva-mate na cerveja, trouxe junto toda a cultura do povo sulista e mesclou duas das bebidas mais consumidas naquela região: o chimarrão e a cerveja.

Cervejaria Way, de Curtiba. Criou uma cerveja Lager com cacterísticas de Ale. Como isso? Colocando em barris de madeira nativa. Eis que surgiu a Umburana Lager, uma das Lagers mais deliciosas que já provei.

Eis, então, nosso DNA cervejeiro.

Há tantos outros exemplos que poderia escrever um livro aqui, visto a quandidade de cervejas TIPICAMENTE BRASILEIRAS encontradas no mercado e na cabeça dos nossos cervejeiros, sejam eles profissionais ou caseiros. O que temos que buscar agora é incrementar nossas técnicas e trazer isso para a cerveja. Nem que seja mastigando malte para que fermente com a nossa saliva, já que era assim que nossos índios faziam seus fermentados com sementes e raizes.

Esses métodos e ingredientes só serão bem vistos o momento que o brasileiro se libertar do costume de outros países e começar a criar seu próprio conceito. Por isso sou a favor de Samuel “Bodebrown” quando ele diz: “Não à Reinheitsgebot”. Ao encontro disso, observa-se que muitos usam a “Lei da Pureza” como subterfugio de venda, ou seja, como parâmetro de qualidade, muito embora desconheçam o real significado daquela “Lei”. Belos exemplos de que cerveja boa se faz com criatividade e ousadia são as escolas belga e americana. Fugiram da “Lei da Pureza” e fizeram criações geniais.

Podemos estar copiando, se isso significa seguir as técnicas internacionais, mas, com certeza, estamos colocando nosso alma dentro da cerveja e assim fazendo nascer uma cultura cervejeira nacional. Já dizia Sam Calagione “o terroir da cerveja é a alma do cervejeiro”.

Simplesmente reproduzir estilos não transformará a cultura cervejeira brasileira, apenas mostrará o que tem pelo mundo. Portanto, é chegada a hora de se criar um DNA cervejeiro nacional, nem que seja colocando “frutinhas” dentro da cerveja, mostrando que nosso terroir é gigantesco e pode influenciar, e muito, nossas cervejas. Mas só teremos mesmo uma identidade da cerveja brasileira no momento que todos nos juntarmos e fizermos algo realmente de bom e não somente o que vemos hoje em dia. Não ficar achando defeitos na cerveja dos outros ou criticando o pensamento alheio pelo simples prazer de fazê-lo. Os pensamentos e as vontades são interamente diferentes, já a vontade é uma só: a cerveja! Ou vocês acham que em outros países todos pensam igualmente?

A Bodebrown irá acabar com o nosso frio

O frio chegou e tem muita gente fazendo #mimimi por ai. Então parem de reclamar e procurem um dos bares que estarão  recebendo a aclamada @bodebrown Perigosa Imperial Milk Stout com seus deliciosos 14,5% ABV para esquentar esse inverno.

A Bodebrown fica situada na cidade de Curitiba. Além de nos trazer maravilhosas – e revolucionárias – cervejas, é ainda a primeira cervejaria escola do país, onde todos os meses lecionam cursos de Home Brew (Cervejeiro Caseiro). Além disso, hoje tem parceria com um especialista em micro biologia onde estão realizando com leveduras cervejeiras e assim podem dar o que chamam de “DNA cervejeiro”. Com hoje muitos usam somente um tipo de levedura, – muitas vezes seca – esse novo programa de leveduras vamos poder tornar as cervejeiras brasileiras diferenciadas, já que o que se faz cerveja é a levedura e não o cervejeiro.

Mais uma vez, de forma ousada e polêmica, a Bodebrowen nos contempla com mais uma de suas experiências cervejeiras. dessas vez é uma Imperial Milk Stout, com deliciosos – e inusitados – 14,5% ABV. O estilo surgiu na Inglaterra onde um cervejeiro resolveu usar a lactose – açucar do leite – como fonte de açúcar para trazer dulçor a cerveja. A lactose acabam proporcionando dulçor, cremosidade e consequentemente mais álcool à cerveja. Hoje, muitas cervejarias usam o termo Sweet Stout para nomear as cervejas neste estilo, já que o termo Milk Stout foi proibido na Inglaterra. Mas como a cervejaria sempre resolve sair da mesmice, o mestre-cervejeiro Samuel Cavalcanti transformou esta singela Milk Stout em uma Imperial Milk Stout – trazendo mais notas de torrefação a cerveja – e elevando ao máximo seu álcool.  Todo o processo durou 4 meses para chegar neste bela cerveja.

A Imperial Milk Stout teve lançamento na festa do 6º Concurso Nacional das ACervas. Foi uma das cervejas mais esperadas do concurso e que juntou filas no stand da Bodebrown para que os outros chopes pudessem ser terminados para que o barril de Milk Stout pudesse ser engatado. Como grande admirador de suas cervejas, pude ter a honra de engatar o primeiro barril de Imperial Milk Stout do Brasil – sem invejas e olhos grandes pra cima de mim, por favor.

Esta cerveja vem deliciosamente encorpada e com um creme super denso. Com aroma doce, leve café, madeira tostada, licor de chocolate e levíssimo herbal. Já na boca surpreende com alto dulçor, complementado com sabores de licor de café, chocolate, tostado e este álcool todo muito bem inserido neste conjunto e deixando o dulçor da cerveja mais redondo. Já no amargor, – identidade da cervejaria -leve  e  o sabor herbal do lúpulo. Na boca, surpreendente corpo, licorosa e enchendo a boca a cada gole com o álcool.

Como o inverno é a estação do ano em que viramos glutões, esta cerveja é excelente para sobremesas a base de chocolates e creme. E porquê não, também, acompanhar uma carne de caça com geléia?!

ESta deliciosa cerveja estará disponível em poucos bares do país. Aqui em Floripa estará na Academia da Cerveja e só estou esperando para poder me esquentar nesse frio que esta fazendo por aqui.Como disse antes, corra atrás dos bares que estão com esta belezinha e pare de #mimimi no twitter. SEgue abaixo os bares estão com esta relíquia:

Rio de Janeiro:  BeerJack
                               Boteco Colarinho

São Paulo: Empório Alto dos Pinheiros

Curitiba:  Cervejaria da Vila

Florianópolis:Academia da Cerveja

Além desta belezinha já destacada, a cervejaria ainda consta com a campeã WeeHeavy, Imperial India Pale Ale para esquentar este nosso frio. E como sempre,ela pode estar vindo com mais uma surpresinha para os nosso copos, aguardem.

VIVA LA REVOLUICION

Concurso Nacional – O dia mais intenso da cultura cervejeira brasileira

O cenário cervejeiro no Brasil esta tomando forma e isso pudemos ver neste final de semana. Nos dias 23 à 25 de junho aconteceu o 6º Concurso Nacional das Acervas, com o intuito de trazer informação técnica e de mercado para os cervejeiros caseiros do páis. Além do concurso de cervajas, rolaram palestras (como a já conhecida “Extra Malte” – projeto do “burgomestre” Sady – que contou com um bate-papo entre Juliano Mendes, Samuel “Bodebrown” e Arlindo Guimarães – três cervejeiros que geram muitos comentários no meio).

Outras duas grandes palestras foram com o designer e cervejeiro Randy Mosger, abrindo o campo de visão para se criar uma cultura cervejeira de renome.Relatos de ex- cervejeiros caseiros, hoje com suas cervejarias no mercado, mostram que o caminho que temos que percorrer é difícil, mas valioso.

Antes de iniciarem as palestras, recebemos a importante notícia que um Deputado Federal que esta criando no parlamento uma frente cervejeira para valorizar a bebida no país e, principalmente, mostrar que ultrapassa os limites de uma bebida simplesmente alcoólica, podendo ser também fonte de alimento e trazer benefícios à saúde tanto quanto o vinho ou, até mesmo, medicamentos fitoterápicos.

O ponto principal desse encontro ocorreu com a festa de encerramento e premiacão do consurso, mostrando a capacidade dos cervejeiros nacionais e o alcance que essa bebida poderá atingir. Como o evento contou com a parceria de grandes cervejarias (Dado Bier, Falke Bier e Bierland) e das ousadas Bodebrown, Season Coruja e Way, foi possível vislumbrar o que futuro reserva ao mundo cervejeiro, principalmente se observado sob a ótica das mais diversas e mirabolantes receitas dos produtores caseiros, que não decepcionaram ninguém.

Um único ponto negativo deve ser destacado. Como sempre, alguns problemas sempre acontecem, como imprevistos com chopeiras e barris – afinal, tratava-se de concurso e festa de cervejeiros caseiros, conhecidos como “professores pardais” da iguaria -, mas nada que não pudesse ser contornado com facilidade. O que mais me chamou a atenção e desagradou, contudo, foi a quantidade de cervejas “furtadas” durante o evento. Muitos se acharam no direito de poder levar uma “lembrancinha” pra casa – já que o evento inteiro era self service e com bebida à vontade.

Sobre isso, não preciso dizer mais nada, já que sempre preferi pedir – mesmo acabando por ser criticado por alguns -, do que passar pelo vexame de ser visto como “larapio” por conta de duas ou três garrafas que poderiam ser facilmente adquiridas por qualquer um dos ali presentes, principalmente se levado em conta que a inscrição para o evento apontava para pessoas com maior potencial aquisitivo.

Fora estes pequenos imprevistos – e desabafo, que talvez poucos entenderão e alguns se ofenderão -, o evento foi impecável e dará muito trabalho para as próximas sedes que irão recebê-lo.

Como disse no twitter: “Quem não veio ao 6° Concurso Nacional das ACervas perdeu um dos finais de semanas mais intensos da história cervejeira do país!”. Foi algo mágico e com certeza um dos melhores eventos que já rolaram desde que a cerveja passou a se mostrar valiosa aos brasileiros.

Nos dizeres do amigo Sady: “que a fonte nunca seque!”

Saúde para todos e Viva La Revolucion!

Categorias:Cerveja, Home Brewer

Bierland Imperial Stout

Após dias incomodando o amigo Paulo “Feijão”, sommelier de cervejas da Bierland, ele fez uma visitinha à Floripa e me deixou uma garrafa da mais nova criação da cerveja, a Imperial Stout.

O estilo Imperial Stout surgiu como muitos outros estilos, países que não tinham cervejas como cultura, indo à países com vasta cultura cervejeira e pedindo cervejas para ser consumida em seus países. Catherine II – condessa da Rússia – em uma de suas viagens a Inglaterra, provou a típica Stout da região  e ao voltar para a Rússia pediu barris desta cerveja para serem levados. Ao chegarem a Rússia, a cerveja acabou não aguentando a viagem.

Após este incidente, a condessa pediu para que a cerveja fosse reformulada para aguentar sua viagem entre os dois países. A cerveja ganhou mais corpo e álcool, para que chegasse sem problemas à Rússia e não congelasse no meio da viagem. Este tipo de cerveja acabou sendo batizada como Imperial Stout ou Russian Imperial Stout. A Imperial Stout é uma cerveja robusta, com alto índice alcoólico e com notas destacadas de torrefação.

A Bierland – cervejaria artesanal de Blumenau – contando com a ajuda de seu sommelier de cervejas elaboraram uma Imperial Stout para suprir o mercado cervejeiro – que esta cada vez mais exigente – e ainda por cijma esquentar o frio de Santa Catarina.

Durante a correria de TCC/Estágio, em um momento de reflexão e descanso pude provar esta nova cria e que deixou muito contente. Uma cerveja não muito robusta como as demais encontradas no mercado – ao meu ver o único “defeito” da cerveja – conta com gostos e aromas atraentes. No nariz pode-se sentir aromas de torrado lembrando café, lúpulo herbal, leve adocicado e frutado – passas. Na boca a torrefação toma destaque, juntamente com o lúpulo herbal e com retrogosto frutado e leve adocicado lembrando melaço. O álcool de 7% acaba dando impressão de volume, trazendo leve aquecimento na boca.

A Bierland mandou muito bem ao produzir este estilo e trazer uma nova opção para as nossas prateleiras. Com um ótimo drinkability fará sucesso do mais exigente ao que esta apenas começando no mundo das cervejas. E a Bierland esta preparando mais algumas pequenas novidades e agora com duas medalhas  no Australian Beer Awards  fara mais sucesso no mercado.  Tenho orgulho de ser Catarinense e ter uma cervejaria diferenciada das demais do estado e com tanta qualidade.

PS: desculpem a má qualidade da foto, mas como a câmera da namorada foi roubada, a foto foi batida com celular;

1 ano de GASTROBIRRA

Após conhecer uma bela moça numa mesa de bar e impressionando-a com as melhores cervejas, este mero escriba – depois de muita luta – acabou conquistando de vez esta moça e a partir disso o blog GASTROBIRRA surgiu.

Depois de muitas comidas e muitas cervejas, esta bela moça insistiu para bater as fotos de que – segundo ela – eram os melhores pratos e as melhores cervejas que já havia experimentado – mentira inventei isso. Neste pequena parceria o blog hoje esta fazendo um ano de vida, mas caminhando já com suas próprias pernas e dando – e muito – a cara a bater neste mercado que esta evoluindo desenfreadamente no Brasil. Muitas criticas de como anda o meio cervejeiro, algumas “brigas” entre outros blogueiros e o bichinho aguentou bem e com muita força.

O blog só chegou onde esta agora com a ajuda do leitores, das belas fotos da namorada e com muita persistência deste maluco aqui que escreve em dar sua opinião em um mercado comandado pelas grandes e com muitas panelinhas. Só tenho a agradecer a todo e o resultado dos comentários da promo de 1 ano mostram isso.

Mais uma vez muito obrigado e especialmente a querida @MicMX que me acompanhou nesta briga e com muitas sinceridades e criticas construtivas ao blog.

Após este breve #MIMIMI, o que quero aqui é trazer o felizardo que irá levar a grandiosa Wäls Brut para casa e poder aprecia-lá com muito amor e carinho!

Foi uma difícil escolha e fiquei muito feliz ao ver a inspiração de todos para ganhar a cerveja. Isso mostra que cerveja é muito mais que um simples líquido e sim uma bebida saborosa, que nos trás alegrias, serenidade e muitas amizades!

Sem mais delonga…

O GANHADOR (A) É: Felipe Jacomossi

 

Categorias:Cerveja, Sorteio

Aniversário de 1 ano #Promo

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Depois de muitas informações, cervejeiras e algumas discussões, o Blog estará comemorando seu primeiro ano de vida. E para agradecer os leitores, quem ganhará o presente será você,leitor.
Toda comemoração pede um dia especial, pessoas especiais e bebidas especiais. Em parceria com a Wäls Cervejas Especiais, o Gastrobirra sorteará uma das mais aclamadas cervejas, a Wäls Brut – cerveja em estilo champenoise .
E como de praxe,todo aniversário deve ter velinhas e pedido no final, conte-me qual o pedido que você faria ao Gastrobirra para ganhar essa belíssima cerveja?
O melhor pedido levará esta linda cerveja no dia 17 de junho.