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#PROMO: “Como a cerveja entrou na sua vida?”

Este semestre  serão os 6 piores meses de todos os tempos. O semestre do TCC!

Depois de muita batalha, pensando qual será o tema, busca constante de um lugar descente para se trabalhar com cerveja em Florianópolis, o tema esta escolhido “Inserção da cultura cervejeira em Florianópolis”. – será difícil, mas estamos aqui para tentar mudar tudo e todos.

E para começar esta batalha, estou sorteando o livro “Larousse da Cerveja” aqui neste humilde blog. Para participar é só responder – lá em baixo nos comentários, com seu e-mail –  a pergunta que esta no título deste post. A melhor resposta ganhará este exemplar de um dos mais conceituados livros da cultura cervejeira.

Este livro faz parte do material didatico do Curso de Beer Sommelier da ABS em Curitiba e como já tenho o livro, estou sorteando ele aqui.

Então não perca tempo e responda. Inspire-se com uma bela cerveja e formule uma bela resposta. O sorteio será no dia 15/03/2011.

E sempre lembrando “BEBA POUCO, BEBA COM QUALIDADE”

PARTICIPE!!!!

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  1. Saulo Henrique de Magalhães
    02/03/2011 às 11:45

    A cerveja entrou na minha vida como amor de pai. Era no copo do meu velho que eu, quando criança, dava umas bicadas da espuma cremosa e amarga enquanto ele jogava truco com os amigos. Uma atitude simples, despretensiosa, que demonstrava o carinho e a atenção que meu pai tinha por mim sempre que ele atendia o pedido: “- Pai! Coloca mais espuminha pra eu tomar?”. E fui crescendo, dando os primeiros goles de seu copo, me interessando pelo sabor amargo. Depois dos 18 anos foi só festa (na verdade, desde uns 16 eu já tomava um copinho ou outro). Por isso, falar de cerveja pra mim é falar de momentos felizes com sabor de infância e de família. Por isso, hoje eu sou tão apaixonado por essa bebida maravilhosa.

  2. 02/03/2011 às 12:52

    A cerveja entrou na minha vida simplesmente como um motivo excelente para nos agregarmos ao redor de uma mesa e termos felicidade e momentos inesquecíveis!

  3. 03/03/2011 às 9:58

    A cerveja entrou em minha vida ainda criança..
    Calma pessoal, rsrsrs… eu não fui uma vitima do alcoolismo infantil, simplesmente caiu em minhas mãos, ainda pequena, um antigo compêndio, perdido pelo tempo, onde explicava-se a origem da cerveja e como ela ajudou a criar a socialização entre os homens, passando de uma fonte de alimento necessária para um ritual de convivência e camaradagem entre os homens. Eu ficava pensando, no alto dos meus 9 anos, como uma coisa tão sem graça e de gosto amargo, pelo que minha mãe dizia, poderia criar um apelo tão forte entre as pessoas? Isso fui descobrir já adulta, maior de 18 anos (sim, eu era bem careta) quando tomei minha primeira cerveja com amigos. E entendi então pq esse nobre alimento derivado do centeio era capaz de criar tal situação de convivência e manifestação de amizade entre os participantes de seu ritual de consumo.
    Abraços a todos e boa sorte
    Georgette Silen
    missgette@yahoo.com.br

  4. Mario Assis
    03/03/2011 às 23:44

    Muito curioso estar respondendo agora a esta questão.
    Poucos minutos atrás ao saborear uma Bamberg Helles e sentir o sabor prazeroso do malte, veio-me à mente as primeiras vezes que tomei cerveja.
    Era garoto – talvez 17 anos mas acho que era menos – e costumava ir de ônibus de Santo André onde morava (e moro) para a casa de uma tia em Moema.
    Descia do primeiro ônibus no bairro do Sacomã, e tomava outro ônibus que me levava até Moema. Mas era nesta baldeação que me sentia como se fosse adulto, com uma grande sensação de liberdade, estar indo de ônibus sozinho de Santo André para São Paulo era uma aventura.
    Para desfrutar desta liberdade entrava em uma padaria e pedia meia cerveja. O sabor forte do malte – em virtude do paladar apurado – não me esqueço até hoje. Desfrutei desta aventura umas duas ou três vezes, mas ela às vezes me vem à mente.
    Resumindo, foi assim que a cerveja entrou em minha vida, em uma baldeação de Santo André para Moema

  5. 04/03/2011 às 12:33

    Bem, não preciso do livro e minha participação será, unicamente, como ‘namorada apoiadora das iniciativas do meu querido Gui’.
    Vamos então:

    A cerveja entrou na minha vida pedindo licença, mas pulando a janela, vez que a porta, ainda que entreaberta, era vigiada por um cão raivoso e de poucas amizades.
    A ‘casa’, antes habitada pelo carinho, amor e respeito, encontrava-se revirada, com a louça quebrada, as fotos rasgadas e o armário sem as roupas que antes o ocupavam, enquanto o disco do Chico Buarque tocava na vitrola (“atras da porta”).
    Achou que já comprar louças novas e trocar as fotos que antes decoravam os porta-retratos seria demasiado, mas ocupou uma pequena gaveta daquele guarda-roupa tão vazio e trocou meu empoeirado disco pelo mp3 da Banda Black Drawing Chalks.
    O gato gostou do novo visitante, mas o cachorro não admitia mudanças e queria a velha bebida de volta, mordendo o calcanhar dessa nova visitante que ousava se fazer presente em um ambiente que não era para ser seu.
    Felizmente ela também era incisiva e sabia lutar pelo seu espaço, conquistando não apenas o direito de não mais pular a janela – entrando pela porta principal como convidada especial -, como também trocar a louça, preencher os porta-retratos com vocas figuras e ensinar finalmente o cachorro – que muitos nomes já teve: medo, amargura, sofrimento – que era chegada a hora de uma nova intitulação.
    A cerveja entrou em minha vida como eu não esperava que fosse e ocupou o espaço que melhor lhe cabe: não a geladeira, por certo, mas meu coração.
    São 11 meses de ‘cerveja’ em minha vida e praticamente esse mesmo tempo que reaprendi o que é ser feliz.

  6. Larissa
    09/03/2011 às 14:50

    A cerveja entrou na minha vida através do meu pai, que é fã incondicional de qualquer cerveja de qualidade, acompanhando ele naquele churrasco de domingo ou em refeições noturnas!Ele adora experimentar sabores internacionais e falar da espuma, da consistência, do paladar da nova descoberta!É viciado nessa bebida, mas sabe se controlar quando precisa ser responsável; daí que entram as mulheres puxando as orelhas pra ele moderar!
    Quando não tem cerveja geladinha esperando por ele, fica inconformado! “ah, me esqueci de comprar!!”
    É a melhor amiga pra assistir aquele jogo de futebol que o time do coração está batalhando!
    Enfim, a cerveja vai estar sempre do lado dele, e assim, do meu lado também!

  7. rafael
    10/03/2011 às 15:37

    A cerveja entrou na minha vida pra trazer felicidade, nela, meus amigos e eu procuravamos não o pote de ouro no fim do arco-íris, mas muita diversão e companheirismo no final de cada copo, época de faculdade onde a mais barata vence tudo, e se manteve por longos 5 anos, após esse período de descobertas, entre amigos, colegas e amores, passamos a “tomar” mais cuidados nas escolhas e de repente, a professora de enzimologia resolve nos levar numa cervejaria, talvez conhecida por muitos aqui, na cidade de Votorantim, conhecemos outros universos e nos perguntamos: Por que a primeira aula nao foi enzimologia, a partir dai comecei “beber no mundo com outros sabores!”

  8. 10/03/2011 às 15:51

    No segundo grau, com amigos em festas, faziamos aqueles porres irresponsáveis,com qualquer cerveja que estivesse mais barata. Assim seguiu durante a faculdade e até uns dois anos atrás. Foi quando eu tomei uma “santa” chamada SERRA MALTE. Hoje com o paladar mais apurado (nem tanto assim), até nem acho a Serra tudo isso, mas foi o divisor de águas. Ela me fez perceber que um mundo desconhecido existia e partir dali fui em busca disto. Hoje ainda curto beber as antigas marcas com os amigos, mas tenho minhas especiais bem guardadas em casa, para serem apreciadas ao seu momento.

  9. 10/03/2011 às 16:44

    A cerveja entrou em minha vida como bebida, saiu depois de 40 anos e permanece em forma de história, de pesquisa e de hobby.
    Comecei a beber muito cedo, lá pelos 10/11 anos de idade com boas companhias que acompanhavam um time de futebol, com minha juventude vieram as bebidas mais forte sou da época cuba libre e hi-fi. Adulto a ´cerveja acompanhada de outras bebidas ameaçou começar a levar tudo: trabalho, família, bens, respeito etc. Até perder algumas coisa e ganhar uma nova família e deixar de beber.
    Passei a colecionar latas de bebidas brasileiras, como bom colecionador que se preza é necessário conhecer o que se coleciona e então passei a pesquisar a história da cerveja no Brasil, juntava tudo que se produzia em termos de textos e imagens sobre a cerveja. Até que em 2001, foi necessário criar um site para poder guardar tanta informação, já que os PCs me faziam falseta e eu perdia tudo.
    Hoje em dia, a cerveja não me abandonou, só não a tomo, tenho enorme coleção de latas, tenho um blog sobre as antigas cervejarias brasileiras e um site sobre cerveja e seus itens colecionáveis. Em termos de cerveja fui e sou feliz.

  10. Bia Amorim
    14/03/2011 às 8:38

    A cerveja entrou em minha vida e eu entrei na vida da cerveja, demorou até realmente nos encontrarmos, mas a quase 1 anos andamos juntas e de mão dadas, hoje trocamos experiências e aprendemos cada dia mais uma com a outra.#worklover

  11. 14/03/2011 às 10:29

    Passei a conhecer a cerveja durante os anos de faculdade, mas não tão bem quanto imaginava. Eu era “cego”, não sabia o que era realmente apreciar um boa cerveja. Em um determinado momento estive mais perto do processo de malteação, passando a conhecer um pouco mais das caraterísticas e da cultura cervejeira no mundo. Sempre soube que era algo imenso e que seria necessário um bom tempo para conhecer mais e mais. Pois bem, ao retornar para minha cidade natal eu e amigos tivemos a oportunidade de desfrutar ótima cervejas, o que me deixou impressionado. Tudo isso em um ótimo momento de descontração entre algumas risadas e impressões das bebidas.
    Dias depois “reativei” o meu interesse, adormecido, e passei a pesquisar tudo sobre cerveja, metódos artesanais etc. Descobri um novo mundo, novas histórias sendo escritas e tantas outras que descubro a cada dia que passa.

    Entre tantas histórias e curiosidades da “birra” posso dizer uma coisa: Não me importo com sua idade, se é loira, morena ou ruiva, contanto que tenha seus “momentos” de amargor e de doçura, perfumes prazerosos e sabores intensos. Só um charme desses poderia ter resistido a tanto tempo, cerveja.

    Prosit

  12. 24/03/2011 às 15:51

    Hahahhaha…. Não respondo como conheci a cerveja especial senão eu ganho hahahhaha
    Um grande abraço mestre

  13. 04/05/2011 às 16:02

    A cerveja entrou na minha vida em forma de espuma. Um colarinho sobrando no copo do meu pai, um bigode branco de pura alegria no meu rosto de criança.

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